O Escritor e seu Labirinto

18 Abr

Escreveu  Gabriel García Márquez:

“O que importa na vida não é o que acontece com você, mas o que você se lembra e como você se lembrar dela.” 

Sim, ele estava doente. Não, eu não aceito que ele se vá, porque ele nunca irá. Imortal, ele nunca me deixará. Ele sempre estará comigo: “Ele se permitiu ser influenciado por sua convicção de que os seres humanos não nascem de uma vez por todas no dia das mães dão à luz a eles, mas que a vida obriga-los uma e outra vez para dar à luz a si mesmos.” , como me ensinou em O Amor nos tempos do Cólera, grande romance, que me rendi, célula, por célula a Gabriel: . E como é duro aprender a tarefa de dar à luz a si  mesmo, grande Gabriel, do viver, crescendo lentamente, até fazer-se. Nesse grandioso livro também há uma das mais belas passagens sobre o amor: “Ele cavou tão profundamente em seus sentimentos que, em busca de interesse que ele encontrou o amor, porque, tentando fazê-la amá-lo ele acabou se apaixonando por ela. Petra Cotes, por sua vez, o amava mais e mais à medida que sentia o seu amor cada vez maior.” ou ainda “Ela iria se defender, dizendo que o amor, não importa o que mais poderia ser, era um talento natural. Ela dizia: você quer nascem sabendo como, ou você nunca sabe. ”  Ou mais: “O único arrependimento que eu vou ter de morrer é se não for por amor.” 

 

Aprendi dele que se não é a felicidade a grande loucura, o que nos moveria? Com certeza, o sonho. Em General e seu Labirinto, ele descreve: unca había oído cantar a nadie con tanto amor, ni recordaba a nadie tan triste que sin embargo convocara tanta felicidad en torno suyo.

Dele aprendi por fim, o segredo de ser sempre jovem: “Não é verdade que as pessoas param de perseguir os sonhos, porque   envelhecem, envelhecem porque param de perseguir sonhos.” 

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