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#014: The Evolution of Alice Criticism

18 Ago

“Who are YOU?” said the Caterpillar.

What is Alice?

Well, this is an English Comps. And if we want to understand how Wonderland has evolved over time, a good place to look is in the critical interpretations of the novel. For scholarly interpretation actually has good deal of influence over the popular conception of Alice. For instance, when scholars began investigating Carroll’s perhaps inappropriate relationships with his “child friends,” Wonderland became a much darker place in the popular imagination, echoed in the recent adaptations like Camille Rose Garcia‘s Alice edition and Tim Burton’s film Alice in Wonderland.

Even if you find the thought of reading literary criticism daunting and unpleasant, you still might find something interesting in this section. I have attempted to make these pages appealing to both the “novice” and the “expert.” In this section you can also explore the Timeline of Criticism, to see how trends of criticism have changed over time. And it is actually a pretty interesting topic to explore, because, as it turns out, the question of “What is Alice?” is not such an easy one to answer…

Timeline of Interpretations

Click here to see how these different critical interpretations have evolved over time and reacted to prominent events in the development of the “Alice” myth.

Historical Interpretations

Biographical:
Question: What is Alice?
Answer: Alice is whatever Carroll thought it was.

Victorian:
Question: What is Alice?
Answer: Alice is the product of the Social, Political, Philosophical, and Religious ideals of the Victorian Era.

Psychedelic:

Question: What is Alice?
Answer: Alice describes an hallucinogenic experience, or at least one era certainly thought so.

Genre Studies (Structuralism)

Children’s Literature:
Question: What is Alice?Answer: Alice is (innoncent?) entertainment for children.


Play:Question: What is Alice?Answer: Alice is a game (especially for mathematicians).

Nonsense:
Question: What is Alice?
Answer: Alice explores the delicate balance between meaning and non-meaning.

Psychoanalytic Interpretation

Question: What is Alice?
Answer: Alice is the product of Carroll’s superego trying to supress his id.

Feminist Interpretation

Question: What is Alice?
Answer: Alice is about the oppression of women.

Reader Response Criticism

Question: What is Alice?
Answer: Alice is whatever we think it is.

#013: O gráfico da mudança de tamanho de Alice por capítulos

14 Ago

O gráfico mostra o tamanho de Alice e sua variação nos capítulos do livro.

O gráfico mostra o tamanho de Alice e sua variação nos capítulos do livro.

#012: Em 1939, Virginia Woolf, publicou em uma revista londrina seus 5 motivos para ler Lewis Carroll

13 Ago

# impossível ler isso e não pensar em maisl mil motivos! 🙂

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1. Não basta ler um ou outro, é preciso ler os dois: Alice no país das maravilhas e Alice através do espelho

Foi em 1939 que surgiu a obra completa de Lewis Carroll. Esse foi um dos motivos que fez Virginia Woolf escreveu o artigo, pois considerou importante a leitura dos dois volumes para começar a entender a obra: “Lewis Carroll precisava existir por completo de uma vez por todas. Nós precisamos tentar abarcá-lo como um todo, na íntegra.

2. Lewis Carroll era como um “cristal de perfeita dureza”

Palavras de Woolf: “(…) essa água-viva sem um pingo de tinta continha dentro de si um cristal de perfeita dureza. Que continha infância. O que é algo estranho, pois a infância normalmente se apaga lentamente. (…) Por algum motivo, não sabemos qual, sua infância foi interrompida abruptamente. Ele a alojava inteira como um todo dentro de si.”

3. A capacidade de recriar o mundo das crianças

Ele se esgueirou através do mundo adulto feito uma sombra, solidificada apenas na praia de Eastbourne, com garotinhas cujos vestidos ele prendia com alfinetes de segurança. Mas como a infância permaneceu dentro dele inteiriça, ele foi capaz de fazer o que ninguém pôde fazer – ele foi capaz de voltar para aquele mundo; foi capaz de recriá-lo, de modo que nós também voltássemos a ser crianças.

4. Os únicos livros em que nós nos tornamos crianças

No intuito de nos fazer criança de novo, ele primeiro nos faz dormir. ‘Caindo, caindo, caindo, será que essa queda nunca terá fim?’ Caindo, caindo, caímos naquele mundo aterrorizante, loucamente inconsequente, e no entanto perfeitamente lógico, onde o tempo corre, depois para; onde o espaço estica, depois se contrai. É o mundo do sono; é também o mundo dos sonhos. Sem nenhum esforço consciente, o sonhos vêm; o coelho branco, a morsa e o carpinteiro, um atrás do outro, virando e se transformando uns nos outros, eles vêm ricocheteantes e saltitantes, passando através da nossa mente. É por esses motivos que as duas Alices não são livros para crianças; mas os únicos livros em que nós nos tornamos crianças.

5. Apenas Lewis Carroll nos mostrou o mundo de ponta-cabeça como uma criança o vê

Virar criança é ser muito literal; é achar tudo tão estranho que nada é surpreendente; é ser impiedoso, cruel, e no entanto tão passional que qualquer dedém, uma sombra, veste o mundo inteiro de luto. É ser Alice no País das Maravilhas. É também ser Alice através do espelho. É ver o mundo de ponta-cabeça. Muitos dos grandes satiristas e moralistas nos mostram o mundo de cabeça para baixo, e nos fizeram vê-lo como as pessoas adultas o veem, como selvageria. Apenas Lewis Carroll nos mostrou o mundo de ponta-cabeça como uma criança o vê, e nos fez dar risada, como uma criança dá risada, irresponsavelmente. Nos bosques do puro nonsense…

#011: Sempre é 12:25 para o Coelho branco

13 Ago

 

lapinblanc-1O Coelho Branco sempre carrega um relógio e afirma  é “tarde.” Cada vez que o relógio é visto sempre é 12:25.

 

 

#010: O Dodo É BASEADO EM Carroll.

10 Ago

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O Dodo É BASEADO EM Carroll.

No livro, Carroll faz alusão a uma viagem de barco de 1862 que inspirou a história, colocando Alice, suas irmãs, e um colega de Carroll na história como os pássaros. Carroll foi o Dodo, em homenagem a seu nome real, Charles Dodgson. Como na história, o autor tinha uma tendência a gaguejar, apresentando-se como “Do-do-Dogson.” Sua gagueira debilitante  o impediu de se tornar padre, levando-o à matemática e a escrever em seu lugar.

 

 

#009: Qual a cor original do vestido de Alice?

7 Ago

Apesar de Disney representar Alice em um vestido azul e avental branco, qual a verdadeira  cor que Lewis Carroll pensou quando escreveu a história?

As primeiras representações coloridas de Alice não aparecem nos livros originais, mas em produtos associados e foram impressos usando o processo de chromo-litografia. Um dos primeiros exemplos disso é um cover da música para o País das Maravilhas, compostas para o piano e publicado em 1872. Esta ilustração, que foi desenhada por Tenniel e aprovada por Carroll, Alice veste vestido vermelho – você vai encontrá-la no dois principais círculos na imagem abaixo. Alice veste um vestido da minha cor favorita!!!!!!

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UP? No brasil, apanharia por ser petista? 😉