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Somos tantas…

1 Maio


Há quem não pare de criticar, há quem se perca em elogios. O fato é que o  casamento real do príncipe William com Kate Middleton, marca um novo tempo e imprensa um novo rosto a este momento em que a Inglaterra se visualiza como um país em tempos de dificuldades. O ambiente festivo criado na sexta-feira em Londres e os milhões de espectadores de todo o mundo teve, ingenuidade à parte, o melhor tom de “pão e circo”. Um jornal britânico, o The Times apontou: “O casamento proporcionou à nação uma reunião sem divergências de partido, sem pretextos para a discórdia política. Em um momento tão difícil para a Grã-Bretanha, quando a moral nacional está baixa, o sol brilhou e todo o mundo pôde compartilhar os risos e a felicidade”. Casamento real é sempre um tema conturbado, principalmente quando envolve a nobreza mais envolvida no poder do mundo: berço do liberalismo e do neo-liberalismo, sede da revolução industrial, o Reino nem tão Unido revive seus momentos de glória: a cauda do vestido da princesa ganhou de todos os TT  políticos no Twitter, de longe.

Afinal, no Ocidente, nosso imaginário se deleita com princesas felizes e contos de fadas. Esperamos que isto seja uma luz no fim do túnel, e que não aconteça outros desastres desta vez. O amor romântico retorna a cena, e se vc discorda, basta olhar as tendências da estação (ALICE lê Vogue, e adora!) e ver os fru-frus do balé, e a onda retrô, para entender do que estou falando. Claro, que evoluímos, já se discute quão masculino é o poder no balé clássico, quem não viu Cisne Negro está fora do mundo. Claro que o casamento veio num momento delicado, ai, meus anos de estudo de Ciência Política, na Inglaterra há enormes  dificuldades no setor de emprego, e gigantescos cortes dos gastos públicos, mas a embriaguez causada pelas núpcias reais permitem que um lado criativo do mundo se revele, também.

E nem só de ciência política e análise de conjuntura vive o mundo… E esta, sem perceber a delicada trama de símbolos do imaginário é dura e sem sentido: basta ver que depois da abertura, a Rússia comprou batom como nenhum país do mundo. Precisamos de justiça social, sim, meus caros, e ela deve incluir a divisão da riqueza, e se inclua nisso laços de fita, por favor…

Tudo isto posto, antes que Alice seja vista como uma desmiolada que só pensa em moda, o que de fato ela também… (SOMOS TANTAS…)

Quem você acha que se vestiu melhor, das convidadas? Bem, vou dizendo o que acho, e visite os links para viajar neste mundo das maravilhas!


Alice a-do-rou a maravilhosa escolha de Isabella Calthorpe.

A moça foi affair do Príncipe , mas segurou a onda diante da óbvia fala, poderia ter sido eu, e escolheu um modelo fantástico. Muitos atribuem a ela o posto de mulher do mundo que a Kate mais odeia. Eu entendo, e todo mundo que amou também… Alice adora uma fococa de celebridade? nem sempre. Só as reais… Leia mais aqui.

Mas, vamos ao que interessa:

Alice a-do-rou a maravilhosa escolha de Isabella Calthorpe. Vestida por Matthew Williamson ela desfilou a melhor roupa de dor de cotovelo do mundo!!!! Afinal, mesmo na hora que seu ex-affair, o princípe da Inglaterra está CASANDO, não se sai da pose. Meninas, aprendam. Isto é classe.  


No casamento do Príncipe William com Catherine Middleton na Abadia de Westminster, em Londres, Kate usou um vestido deslumbrante desenhado por Sarah Burton para Alexander McQueen.  O vestido de Kate tinha mangas longas e laço num um decote sweetheart, com uma saia cheia apertadas na cintura. SIM, é uma repaginação do vestido de Grace Kelly!!!!!!

O vestido foi feito à mão, usando tecido Chantilly Francês e Inglês, em  todo o corpete, saia e saia de baixo. A saia, feita de  cetim e Gazar  marfim e branco, foi projetado para imitar uma flor que se abre: acolchoada nos quadris, que fluiu para o chão. A parte de trás do vestido era de organza e botões forrados presos por alças Rouleau.

Kate usou véu de tule de seda marfim, enfeitado com flores bordadas à mão. Foi mantido no lugar por tiara ‘Halo’ uma Cartier, emprestada a Kate pela rainha. Ela também usava brincos de diamante, de Robinson Pelham, um presente de seus pais. O Buquê da noiva era de ramos de murta (flor conhecida popularmente como “Sweet William” em homenagem ao príncipe.

“Pela própria concepção de mundo, pertencemos sempre a determinado grupo, precisamente o de todos os elementos sociais que compartilham um mesmo modo de pensar e agir. Somos conformistas de algum conformismo, somos sempre homens-massa ou homenscoletivos”
GRAMSCI. A. Cadernos do Cárcere, vol. 1, p. 94

Hai Kai do Coelho

O Coelho Branco veste terno Chanel
O Coelho Branco veste terno
O coelho Branco veste

Adriana Dias

Beijos coloridos em todos!

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Nouvelle Vague

20 Mar

Eu amo esmalte. Está bem, nem sempre posso usar, porque sou ultra mega blaster alérgica. Mas, eu amo. Amo minhas unhas bem-feitas, e a acho que cuidar de mim ajuda a manter meu santo, apaixonado e guloso marido desta preciosa forma. Unha pintada anima… até…

Bem, em mim eu só uso esmalte claro. Porque é clássico e eu me acostumei. Mas, tem um, da Chanel, que eu amei. E quando vi nas mãos da Tânia, então, apaixonei-me de vez. Nouvelle Vague é uma cor sei lá, entende? Eu amo esta cor, gente. Talvez, por ser muito parecida com a cor dos meus olhos, ;)!

 

É turquesa, cianto puro.  Homenagem à banda francesa, Nouvelle Vague é um show. Como a Tânia, aliás!

Beijos coloridos em todos!

Grande frase!

12 Mar

O Mestre da moda falou:

For me, Chanel is like music. There are certain notes and you have to make another tune with them.
 Karl Lagerfeld

Vocabulário da Moda

10 Mar

Entenda o significado de alguns dos termos mais usados no mundo da moda:

Acrílico: fibra sintética leve, macia e quente para o inverno ou fria, macia e semelhante ao algodão para o verão.
Algodão/Cotton: uma das principais fibras têxteis, comercializada em escala mundial.
Alta Costura:: coleções de moda com roupas de alto luxo, feitas com exclusividade por costureiros que fazem parte de seleto grupo francês, personagens de um circuito fechado e elitista. Trata-se de uma marca registrada do governo francês.
Ankle boots: botinhas curtas e que ficam na altura do tornozelo.

Aviamento: qualquer material utilizado na confecção de uma peça do vestuário masculino ou feminino. Exemplos: zíper, botões, fitas, etc.

Bainha: dobra na extremidade do tecido feita para não desfiar.

Balonné ou balonê: franzido em que a barra é virada e presa no saiote interno, mais curto. Pode ser com muito ou pouco volume.

Barra: acabamento feito à mão ou à máquina na extremidade de uma peça do vestuário.
Barroco: Com a crise da sociedade renascentista (pós-Idade Média), na qual a arte era, basicamente, o centro de tudo, o Barroco surge procurando solucionar os novos dilemas do homem através da volta a uma intensa religiosidade medieval e da eliminação dos conceitos renascentistas de vida e arte. No Barroco, a arte eclesiástica deseja propagar a fé católica. Para isso, inúmeras igrejas, capelas, e estátuas de santos são construídas. A arte sacra fala aos fiéis com eficácia, mas evita aproximações, conferindo um caráter solene à obras. Na moda, o Barroco é seguidamente retomado por meio de peças que lembram o clima eclesiástico e o estilo medieval (tons pastéis, tecidos rústicos, mantôs, capuzes, capas, casacões, batas pesadas, especialmente no inverno).
Básico: a palavra diz tudo. Estilo descompromissado de vestir, que abusa de roupas simples e de cores neutras ou primárias.
Beatniks, ou Geração Beat: Movimento literário surgido nos anos 50 na Califórnia, nos Estados Unidos, que rompia com a literatura estabelecida em nome de uma narrativa mais ágil e coloquial, que refletia a vida de jovens de espírito aventureiro e rebelde. Procure pelos magníficos escritores Jack Kerouac (Pé na Estrada, On the Road, talvez o título mais marcante), Allen Ginsberg e Willian Burroughs. Na moda: rebeldia, jeans, camiseta e botas ou tênis, tudo muito básico.
BodyBody suit: roupa colante, ajustada ao corpo, ressaltando os contornos.

Bolso: uma espécie de saco preso no vestuário. Os primeiros bolsos eram visíveis e apareceu no final do século XVII. Alguns tipos de bolsos são cadie, breast e chapado.
Bottom: parte inferior dos corpos e roupas. Saias, calças, bermudas, shorts...
Brocado: tecido jacquard com desenhos em relevo realçados por fios nobres, como de ouro ou de prata. A palavra tem origem na francesa "broucart", que significa ornamentar.
Bustier: que cobre o busto. Pode ser curto como um sutiã ou comprido como espartilho.
Canelado: possibilita ajuste perfeito ao corpo com liberdade de movimentos. Tecido que combina elasticidade e alongamento, tipo stretch. A textura imita um listrado vertical ou horizontal em alto relevo.
Cânhamo: o tecido de cânhamo é feito a partir da planta Cannabis sativa, a popular maconha. O caule possui fibras industrialmente importantes, conhecidas como cânhamo. É uma fibra mais rígida que o linho, gerando um tecido própio para bolsas, mochilas, tênis, cortinas, cordas, redes de pesca e lonas.
Cardado, fio: o fio cardado é mais rústico, pois não passa pela penteadeira e tem fibras curtas, o que facilita a formação de bolinhas e defeitos na regularidade do fio.
Cardigan: casaco ou suéter tricotado, geralmente de lã, sem gola, com ou sem mangas. Abotoamento na frente. Recebeu este nome em homenagem ao sétimo conde de Cardigan.
Cargo: modelos baseados em uniformes militares ou de serviço. Cheios de bolsos e com algumas amarrações ou zíperes, são muito úteis para serviços ou esportes radicais. Modelagem ampla, confortável e casual.
Casimira: tecido encorpado de lã.
Casting: é o doloroso processo de seleção de modelos. Espécie de "paredão" no qual, muitas vezes, a fita métrica é o carrasco. Se está fora do padrão (de cintura, quadril, busto...), a modelo é descartada sem dó nem piedade. No final, resta o conjunto de modelos escolhidas para fazer um desfile, campanha publicitária ou ensaio de moda para revistas, jornais ou sites especiaizados.
Casual: esportivo, básico, descompromissado, descontraído, ocasional.
Catalyst shirts: t-shirts rasgadas

Catwalk: é o caminhar da(o) modelo na passarela.
Chamoix: tecido de matéria-prima, mas principalmente de algodão, com acabamento tipo flanelagem que confere um aspecto de veludo ou pele de camurça à pela.
Changeant: tecido que muda de cor, semelhante ao Furta-Cor.
Chiffon: origina-se na palavra francesa que significa trapo. Tecido muito fino e transparente de seda ou de fibras químicas (poliéster ou poliamida), com fios. A palavra chiffon utilizada com o nome de outros tecidos denota leveza: crepe chiffon, tafetá chiffon, veludo chiffon... Cós: tira de pano para arrematar calças e as saias no local da cintura.

Corset: acessório que levanta o busto
Cotelê: listas em relevo e rasas, que se alternam.
Crepe: tecido granulado com toque áspero (crepe em francês significa crespo).
Cristal Swarovski: cristais austríacos lapidados um a um. A indústria produz em média de 3 milhões de cristais por dia para alimentar o mercado mundial.
Cru: nome dado a tecidos, geralmente de algodão, com aspecto rústico.
Dark: do inglês escuro. Refere-se tanto ao movimento cultural (incluindo a moda) gerado a partir de grupos de rock dos anos 80 que faziam um som introspectivo e, por vezes, depressivo, como The Cure, Joy Division, Bauhaus, Sisters of Mercy e Siouxsie & the Banshees, quanto às cores em tons mais escuros: azul dark (dark blue), brown dark (marrom dark)... Dark é confundido com gótico (cultura gótica, som gótico, estilo gótico), mas não tem o mesmo significado.

Dégradé: gradação de cor, geralmente da escura para a clara. O dégradé pode ser obtido com brilhos de intensidade diferentes.

Délavé: lavagem com alvejante químico para clareamento, desbotado uniformemente, deixando o tecido com visual de mais macio.
Denim: tipo de jeans , antigamente fabricado na cidade francesa de Nimes. O denim azul índigo teria sido utilizado nas antigas caravelas.
Desgaste localizado: acabamentos feitos peça por peça com efeitos diversos, como o detonado (de esmeril, dando picotes na peça antes de lavar), o used (uso de pistola para clarear uma parte determinada), o lixado (processo manual de abrasão com lixa para desgastar o tecido em local específico).
Destroyed: lavagem parecida com a estonagem, porém com enzimas que corroem a fibra levemente, deixando a peça com aspecto destruído.
Devoré: tecido que apresenta desenhos com efeitos de transparência, produzido a partir de produtos corrosivos que destroem a fibra.
Drapeado: tecido que apresenta desenhos com efeitos de transparência, produzido a partir de produtos corrosivos que destroem a fibra.
Dry Fit: tecido feito com poliamida e elastano (supplex) que proporciona conforto propício para peças de esporte, que exigem facilidade para a transpiração do corpo. Peça com Dry Fit tem a capacidade de tirar o suor do corpo e transportá-lo para fora do tecido.
Elastano: tecido artificial conhecido como Lycra e produzido com fibras químicas com maior capacidade elástica. Foi inventado em 1959 por Joseph Shivers, da DuPont.

Entretela: hoje o nome é atribuído a qualquer tecido ou não-tecido usado para estruturar a roupa, mas inicialmente era um tecido de algodão endurecido com goma, usado entre o forro e uma peça, para lhe dar consistência ou para torná-la armada.

Enzime Wash: dá aspecto envelhecido ao tecido. A lavagem enzimática é feita a 40º C por 60 minutos. Depois, o tecido passa por um processo de amaciamento.
Estonagem: processo de lavagem de peças ou tecidos em tambores com pedras de argila chamadas sinasitas. Durante a lavagem, as pedras entram em atrito com as peças, deixando-as com aspecto de usadas.
Evasê: peça de vestuário que se alarga para baixo, em forma de cone, proporcionando movimento e leveza. Saias, basicamente.
Fiação: processo final de transformação das fibras em fio. O objetivo da fiação é transformar as fibras individuais em um fio contínuo, coeso e maleável.
Fibra: estrutura de origem animal, vegetal, mineral ou sintética parecida com pêlo.
Fibras artificiais: o processo de produção das fibras artificiais consiste na transformação química de matérias-primas naturais. Exemplo: a viscose passa por banho de soda cáustica e, depois, por processos de moagem, sulfurização e maturação para depois assumir a forma de fios contínuos ou fibras cortadas.
Fibras Naturais: fibras naturais são obtidas diretamente da natureza (frutos, folhas, cascas). Os filamentos são feitos a partir de processos de torção, limpeza e acabamento. As principais plantas que produzem tecidos são o Algodoeiro (algodão), a Juta (para cordas), o Sisal (parecido com o linho), o próprio linho, entre outras.
Furta-cor: que apresenta cor diferente conforme a projeção da luz.

Gorgurão: tecido encorpado, que apresenta um efeito canelado, geralmente no sentido da trama. Muito usado para estofados.
Gótico: estilo artístico e arquitetônico (eclesiástico, principalmente, como a catedral de Notre Dame, na França) nascido na Europa no século XII. Hoje, a tribo de jovens góticos cresce cada vez mais nas grandes cidades, onde organizam festas e até raves no estilo. Niilistas, os jovens são ¿adoradores das trevas¿, vestem preto e ostentam acessórios de metal como colares de cruzes, anéis de caveiras, piercings e tatuagens de estilo marcante (frases profundas em letras góticas, por exemplo). Eles encaram a vida com tristeza, visitam cemitérios à noite, e gostam de bandas de rock que fazem um som denso, pesado e introspectivo, como Lacrimosa, Nightwish, My Dying Bride, Lacrimas Pronfudere (estilos sonoros preferidos são o próprio gótico, mas também doom e death metal). Na literatura, gostam de autores como Álvares de Azevedo e dos fantasiosos Anne Rice e JR Tolkien.
Grunge: movimento roqueiro nascido em Seattle, nos Estados Unidos, que acabou com a pomposidade do hard rock (tipo Van Halen, Aerosmith e Guns'n'Roses) e de bandas posers do metal (como Poison, Bon Jovi) em nome da poesia e da crueza do punk. Nirvana, Soundgarden, Pearl Jam, Mudhoney, Hüsker Dü, Dinosaur Jr., e Breeders apostaram na sujeira do rock pesado e conseguiram alçá-lo às primeiras posições de listas mainstream como Billboard e às capas de revistas como New Music Express. Na moda, camisetas de bandas de rock, camisas de flanela xadrez por cima, jeans rasgado, meias listradas compridas, cabelo comprido e sujo e tênis.
Helanca: tecido elástico para calças e bermudas destinadas, geralmente, a atividades esportivas. Usado desde meados do século XX.
Indie: termo nascido na cultura norte-americana e inglesa para determinar as bandas de rock independentes que gravam CDs, fazem shows em pequenos inferninhos e atraem o público sem o apoio da indústria da música ou mesmo da mídia - ironicamente, as duas, quando descobrem tais bandas, tentam logo de incorporá-las ao sistema. Com o tempo, o termo indie passou a referir-se também aos jovens que curtem essas bandas novas. O estilo é desleixado, sujo, cabelos tipo mullets (compridinho na nuca e por cima das orelhas, mas não longo). As roupas são jeans, camisetas de rock (de bandas indies, claro) e tênis All Star (principalmente), Adidas, Asics e Converse. Os indies são a cara dos anos 90 e 2000. A partir de 2001 a cena cresceu no Brasil, atingindo seu ápice em 2004 em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Goiânia.
Índigo Blue: tecido utilizado em calças jeans. Índigo diz respeito à planta indiana Indigus, que contém em sua raiz um corante natural de coloração azul.
Jacquard: método de tecelagem inventado por Joseph Marie Jacquard em 1801. Por meio de um sistema eletrônico que controla as agulhas de tecimento, cria-se desenhos especiais não possíveis em teares comuns.
Jeans: estilo de confecção com estrutura reforçada evidenciando rebites e costuras duplas. Calça jeans: feita em índigo (algodão) - a calça jeans 5 pockets é a mais tradicional (5 bolsos).
Jogging: Agasalho conhecido antigamente como abrigo (calça e casaco) para fazer esportes.
Lamê: tecido liso ou jacquard, utilizando em fios metálicos em sua trama, como ouro ou prata.
Legging: meia-calça mais grossa utilizada em atividades esportivas ou casuais - espécie de fuseau.

Linho: fibra natural vegetal, proveniente do caule da planta de mesmo nome.

Linha A: pode ser vista em saias ou vestidos. Começa no busto ou na cintura e vai abrindo até a bainha, lembrando a forma de um triângulo. Surgiu aproximadamente em 1955.

Linha H: ergue o busto e abaixa a cintura até os quadris, criando a barra que atravessa a letra H. Criada em 1954, quando Christin Dior lança sua coleção. Inicialmente, ela era mais usada à noite.

Linha Império: usada em vestidos com decote reto e a cintura abaixo do busto.

Linha Princesa: vestido ajustado com pregas verticais, sem corte na cintura. Ficou popular nos anos 30, 50 e 60, com comprimentos variados e abotoamento na frente.

Linha Y: criado na coleção de 1955 de Christian Dior, mostrava a mulher com o corpo esguio, e com a parte superior mais pesada. Possuía golas grandes que se abriam em forma de V, O ou Y.
Look: é o visual de alguém ou de alguma modelo na passarela - a soma de roupa, acessórios, cabelo e maquiagem que se percebe em um olhar.
Matelassê: enchimento de algodão colocado entre duas camadas de tecido e preso por costuras, formando tipos de estampas. Muito visto em acolchoados.

Microfibra: tecido produzido com fios sintéticos extremamente finos. Para se ter uma idéia, estes filamentos podem ser 60 vezes mais finos que um fio de cabelo e 10 mil filamentos de microfibra podem pesar menos que uma grama. Os tecidos têm toque sedoso e alta resistência.
Modelagem: processo para obter moldes de roupas. Uma boa modelagem é essencial para que as peças tenham um bom caimento no corpo.
Moulage: técnica francesa de modelagem tridimensional, criada diretamente nos manequins.

Mini-criling: saiote que mostra um pouco as pernas, mas apenas o suficiente para o bom gosto
Nylon: tecido sintético com resistência, brilho e certa elasticidade. Foi a primeira fibra sintética produzida.
Ombreiras: almofadinhas trilaterais usadas para dar aparência de ombros maiores. São costuradas na parte interna dos ombros de paletós e casacos, por exemplo. Esteve na moda com tudo nos anos 70 e no início dos anos 80.

Organza: tecido fino e transparente de fio poliamida.
Oxford: tecido tramado com um fio tinto e um fio cru, deixando um aspecto bicolor, sendo o fundo branco. Inicialmente, este tecido era composto de puro algodão, mas hoje também é fabricado com poliéster.
Patchwork: tecido composto por vários pedaços de outros tecidos, de aspectos ou de cores diferentes, costurados juntos. Semelhante a uma colcha de retalhos.
Peletizado: uma das características do tecido peletizado é o sentido do pêlo. Na costura, é obrigatório que o sentido seja sempre o mesmo.
Pelúcia: variedade de veludo, com pêlos mais compridos, para imitar a pele de animais (pele fake).
Picueta: acabamento dado a barras, decotes e punhos em artigos de malha com efeito de bordado nas pontas.
Plissado: série de pregas em um tecido sintético ou misto que foi submetido a formação de vincos pelo calor.Também conhecido como plissê, nome que tem origem no Francês.

Poá: qualquer tipo de tecido com estampado com bolinhas.
Polaina: acessório de lã ou pele fake para esquentar pernas e tornozelos no inverno. Tem como características a alta resistência e a fácil lavagem. É resistente ao amarrotamento
Poliamida (nylon): a poliamida, ou nylon, foi a primeira fibra sintética criada pelo homem.
Poliéster: fibra artificial sintética, derivada do petróleo, com ótima resistência e secagem rápida.
Príncipe de Gales: Variedade de xadrez cuja distribuição das cores e trama segue dados precisos.
Qualidade ótica: óculos que são fabricados de modo que as lentes possam ser removidas (trocadas) e as armações possam ser ajustadas. Óculos vendidos em lojas não-especializadas.
Ribana: malha com dupla face, uma diferente da outra.
Risca de Giz: Tecido com listras finas, geralmente de cores claras sobre fundo escuro.
Rococó: também chamado estilo Luís XV e Luís XVI, o Rococó é um estilo artístico surgido na França, no século XVIII, como desdobramento do Barroco, porém mais leve e intimista. Usado inicialmente em decoração de interiores, passou da arquitetura para todas as formas de arte. É caracterizado pela abundância de formas curvas e profusão de elementos decorativos como conchas, laços e flores. Elegância, alegria, frivolidade e exuberância são algumas das chaves deste estilo quando conectado com a moda.
Romantismo: O movimento cultural (literário, principalmente) teve seu início nos países europeus e atingiu seu ápice no fim do século XVIII (Revolução Francesa). Emoção, sentimento e estética unem-se na criação. O narcisismo artístico reproduz o "eu interior¿ em um mundo idealizado. O Romântico é revolucionário por querer estar além de sua realidade: volta ao passado tanto individual (infância) quanto histórico (época medieval). Tudo é rebuscado, principalmente na moda, onde os detalhes das roupas são essenciais.
Sarja: tecido básico e versátil com bom caimento e para qualquer tipo de clima.
Seda: fibra natural, animal, formado pelo bicho-da-seda. Supõe-se que a seda tenha sido descoberta por volta de 2.640 a.C na China.
Shantung: nome derivado de Chan-Tung, cidade da China, produtora de seda. Hoje, o termo é utilizado para qualquer tecido grosso de aspecto irregular.
Soft: tecido leve capaz de manter a temperatura do corpo em equilíbrio e indicado para vestuário de inverno e roupas esportivas.
Stone washed: aspecto de "usado" obtido em peças que passam por lavagem industrial com pedras ou enzimas.

Stileto: sapato com plataforma muito alta (até 15 centímetros)
Strass: bijoux feita de vidro que imita pedras preciosas como o diamante.
Stretch: a palavra inglesa significa esticar e diz respeito a tecidos com elasticidade obtida por meio de filamentos de poliéster texturizado.
Stylists: profissional que trabalha no backstage de um desfile conferindo o look final de uma modelo, ajeitando roupas e acessórios, garantindo que está tudo lindo, tudo ótimo, tudo perfeito para o catwalk. Eles organizam todas as modelos para a entra na passarela e ajudam transportar o clima da coleção aos meninas e meninos. Os stylists também trabalham em ensaios de moda e editoriais de revistas.
Tafetá: tecidos lustrosos e armados, de seda ou poliéster, de trama fina e superfície com leve nervura no sentido da trama. É um dos mais antigos tecidos conhecidos pelo homem.
Texturização: a texturização tem o objetivo de fornecer ao fio uma melhor textura e aparência, aumentando o aquecimento e a absorção e diminuindo a possibilidade de formação de bolinhas sobre o tecido.
Top: a parte de cima do vestuário feminino, como uma mistura de miniblusa e bustier.

Trench-coat: casaco em estilo militar, feito de lã leve ou misturado a algodão. Longo, pode ser masculino ou feminino.
Tweed: tecido de lã cardada, grosso e rústico. Usado para ternos, mantôs, vestidos de inverno, etc.
Twin-set: conjunto de blusa e casaco de tecido e padronagem iguais.
Über model: expressão alemã utilizada quando a modelo atinge um patamar de muita importância e reconhecimento, sendo mais poderosa do que uma supermodelo. Gisele Bündchen é uma über model.
Urdume: fios verticais do tecido.
Viscose: fibra proveniente de celulose regenerada a partir de algodão ou polpa de madeira.
Vintage: peças de roupa atuais com fortes referências .