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O dia de botar o pé na jaca vegetariano

5 Ago

 

Alice ama comida boa. Se for colorida, vegetariana, saudável, melhor. Mas, tem dia, ahhhhhhhh, tem dia, que a gente precisa botar o pé na jaca. Precisa de hamburguer, de bolo cuca, de batata rústica com maionese verde, e de TUDO ISSO JUNTO. Nesse dia, é bom que seja tudo vegetariano. Porque assim, você fica com a consciência mais calma, ou menos pesada, e a alma feliz! O dia que dá para chaar todo mundo para comer, ou chamar o batalhão, aqui em casa conhecido como marido.

 

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Bom, nesse dia, eu faço as minahs receitas favoritas, e viva a festa da cor, do sabor, da alegria.

Vamos as receitas.

Hamburguer de soja vegetariano

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Ingredientes

2 xícaras de proteína de soja
2 xícaras de água quente
3 colheres azeite de oliva
1 xícara de farinha de rosca (talvez um pouco mais, depende da umidade)
1 unidade de cebola roxa ralada
1 cabeça alho
1/2 colher de chá de cominho em pó
3 colheres de sopa de molho shoyo
1 colher de sopa de orégano
1 xícaras de salsa e cebolinha
sal e pimenta do reino a gosto
1 colher de sopa de semente de coentro e pimentas coloridas misturadas.

Aveia em flocos (opcional)¨

Eu faço assim: Ferva a água, e hidrate a soja. A soja precisa da água para receber os sabores. SEMPRE. Sem isso, fica sem graça, como a rainha de copas sem maquiagem. Aperte para a água sair, depois de dez minutos. Coloque o molho shoyo. Espere mais dez minutos. Processe todos os outros ingredientes no processador de alimentos, menos a farinha de rosca. Eu uso um mini processador. Junte à soja. Espere trinta minutos para a soja absorver sabores. Junte a farinha de rosca e modele os hambúrgueres. Se quiser acrescente 3 colheres de aveia e espere mais dez minutos, eu faço isso parar acrescentar sabor, nutrientes e liga.
Eu asso em forma com papel alumínio untado levemente com azeite de oliva por 25 minutos.

Monto os hamburgues no pão, com maionese verde, tomate, cebola rocha, alface, conserva de beringela.  Sirvo com batata rústica e mais maionese verde.

Com sucos e chás geladosssssssssss!

Maionese Verde

Versão fácil, não vegan

Maiones, 5 colheres de sopa, 2 dentes de alho, 3/4 xícaras de salsinha e cebolinha verde picadas, azeite, sal, pimenta do reino a gosto. Processador de alimentos. Pronto.

Versão fácil, vegan. 

200g de tofu, 4 sopas de vinagre ,  2 dentes de alho, 3/4 xícaras de salsinha e cebolinha verde picadas, azeite, sal, pimenta do reino a gosto. Processador de alimentos, até virar uma pasta. Pronto.

Batata Rústica

Lave 6 batatas. Corte, com cascas, em gomos. Eu corto em gomos de 3 cm. Cozinhe em água fervente com sal, por 6 minutos. Deixe escorrer. Espere pelo menos meia hora. Tempere com alecrim, tomilho, ervas que você gostar. Asse, eu forro com papel alumínio, em forma untada com  azeite, e 3 dentes de alho com casca, por 12 minutos, vire as batatas e asse mais 10 minutos. sal só depois de assar. Eu uso flor de sal.

Conserva de Beringela

Faça a receita abaixo, adaptada daqui , eu faço com 3 beringelas e mudo o tempero:

1 cebolas média cortadas em meia-lua
150g de azeitonas pretas partidas e amesma quantidade de alcaparra
Tomilho, alecrim, a gosto
3 dentes de alho em lâminas finas
1/2 xícara de vinagre branco e amesma quantidade de vinho branco
1 xícara de salsinha picadinha
3 xícaras de Azeite de oliva extravirgem (aproximadamente)
Sal

A Sobremesa é Bolo Cuca de Banana com Doce de Leite

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Sabe aquele bolo que a gente come, e volta na cozinha antes de acabar o pedaço desesperadamente? É esse. Marcelo, meu marido, diz que quer todo dia um, juro por Alice, e jurar por Alice é muito sério.

Misturo duas xícaras de farinha de trigo, com uma de aveia em flocos finos ou grossos, a que tiver. Eu uso integral. Você pode usar branca, se preferir. Mais 3/4 de xícaras de açucar, mascavo ou comum. Prefiro mascavo. E 200g de manteiga. Misturo até fazer uma farofa bem úmida. Reservo. Coloco um pouco de canela na massa se uso banana ou maçã.

Numa outra vasilha misturo 200g de doce de leite com 3 colheres de creme de leite. Reservo.

Numa outra misturo 2 colheres de canela com 1 xícara de açucar mascavo.

Corto 6 bananas ao meio no sentido de comprimento. Nanica.

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Uso forma de 25cm de fundo removível. Forro com papel alumínio para facilitar o desenformar.

A ordem é açúcar com canela, banana, metade da farofa, doce de leite, metade da farofa. Forno de 200º por 30 minutos, espero esfriar, desenformo e prazer absoluto em seguida.

Boas combinações para essas cuca: no lugar do doce de leite com creme de leite, goiabada, nutella, coco ralado com leite condensado. No lugar da banana, maçã, abacaxi, pessêgo, damasco fresco. A lista de prazer é infinita.

 

 

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Por um mundo com lasagna e ceviche

12 Dez

Lendo o texto do Rogério Fasano hoje na Folha, fiquei me perguntando de que lugar poderia vir tanta amargura, tanta inveja e tanta incapacidade de reconhecer o valor do outro ( que em antropologia, Fasano, chama-se alteridade, do francês autrê, outro). Claro, que no momento que Alex Atala ganha holofotes por defender um projeto que coloca gastronomia (comida feliz, com cultura) no campo da cultura  no centro da discussão cultural e política, no Ministério da Cultura, e sob às vistas da presidente Dilma, o reduto gastronômico da direita da Moóca, escreve um texto no reduto jornalistico da direita da Moóca, sobre o que é um restaurante que mereça estar entre os melhores do mundo.

Rogério começa criticando o ceviche. Coitado do ceviche. O prato peruano, latino americano de origem, provavelmente, bolivariano demais, por certo, para a fina classe miamecircence da turma da Moóca, que na verdade é de frutos do mar (em especial peixe branco) em limão, para ser cozido nesse cítrico ácido, se resumiu em cebola crua. Eu poderia resumir uma lasagna em fatias de massa com queijo e molho de carne? Nunca, meus antepassados de Brescia voltaria à noite par a me assustar. Prefiro dar ao ceviche e à lasagna o lugar devido.E também ao acarajé, a mandioca, e à feijoada. Simples, porque todos são patrimônio cultural, e alguns deles, muito merecidamente, patrimônio da HUMANIDADE.

Atala tem uma carreira maravilhosa. Aguente isso Fasano. Não por causa dos reality shows, ou por conta das era das celebridades de minutos. Mas, porque além de um excelente chef, e maravilhosos escritor, ele é uma pessoa humana incrível, antenada com o mundo, com seu tempo, com as necessidades dele.

Talvez a turma da Moóca não tenha sido hábil em explicar, entre um Barolo e um Brunello, mas a divisão de esquerda e direita, herança da Guerra Fria, não da conta de explicar o mundo em que vivemos, Rogério. Ele é bem mais complexo que uma guerra entre ceviches e lasagnas. O mundo abarca feijoadas, falafels, hot-dogs de carne de cabrito, verenikes, küguels de Batata, muita salada sem queijo ou creme para agradar os vegans, filet au poivre vert, e bulgogi. O mundo é muito mais que sotaque, que dialetos, o mundo exige compreensão.

Atala abre páginas na rede em nome de pequenos produtores e projetos sociais. Talvez estes dois grupos causem medo grande à turma da Moóca. Talvez seu nome estivesse, ainda mais entre os grandes, sei que você está, se suas massas namorassem o pirarucu, talvez não.

Mas, se há norovírus em restaurantes estrelados? Há, há em grandes cruzeiros. Ninguém deixa de viajar, por isso. Há. E podem ser inclusive ser  plantados. Ele fez o que devia fazer: fechou por sete dias. Resolveu o problema. E continuou a vida. O que você esperava? Cuidado quando acusa alguém assim, Fasano.

Atala é o melhor chef brasileiro. Sabe porque? Porque ao pensar a cima de seu (umbigo) restaurante, comida, ceviche, lasagna, e lançar a campanha EU COMO CULTURA, apesar dos dos muitos fasanóides da Moóca que me perdoem, Atala me prova: é fundamental.

Eu Como Cultura é um movimento pela aprovação do projeto de lei que visa reconhecer oficialmente a gastronomia brasileira como manifestação cultural. http://eucomocultura.com.br/

** o texto do Fasano: http://www1.folha.uol.com.br/comida/2014/12/1560953-rogerio-fasano-o-que-e-ser-o-melhor-restaurante-do-mundo.shtml

*** Alex Atala escreveu os seguintes livros:

  • Por uma Gastronomia Brasileira” – Alex Atala – Editora Bei, 2003
  • Com Unhas, Dentes & Cuca” – Alex Atala – Editora Senac, 2008
  • Escoffianas Brasileiras” – Alex Atala – Editora Larousse Brasil, 2008 esse é maravilhosoooooooooooooooooooooooooo
  • “D.O.M. Redescobrindo Ingredientes Brasileiros” – Alex Atala – Editora Melhoramentos, 2013

Passeio na liberdade

30 Dez

Hoje, assim que acordamos, eu e Celo, resolvemos dar o último passeio do ano na Feirinha da Liberdade. Quem nunca foi, deveria ir correndo, porque é mágico. Maravilhosoooooooooo! Claro que ser casada com um japa (lindo e gênio) aumenta as minha chances de entender tudo que se passa por lá, mas a feira é um mix de artesanato, boa comida (comida japonesa, dentro dos restaurantes do bairro e na feira mesmo, não deixem de comer o tempurá de camarão), idas a padaria  Bakery Itiriki comer os melhor doces e salgados de lá… Enfim, passeio ótimo de domingo. Claro que eu tive que ressitir a tentação de ir fantasiada de Hello Kitty, bem ANIME, como vão os teens de lá,  ou de Alice, que lógico, faz muito mas a minha cara, mas Marcelo não topou ir fantasiado junto. Ele ficaria ótimo de Chapeleiro Maluco.

Nós fomos na padaria: Lá a cena mais engraçada do dia:

ai, pecados…

Uma chinesa recém-chegada ao país tentava entender o que era o recheio de um pastel de palmito. E outra moça, muito bonita, no inglês mais sofrível do universo tentava explicar:

(Juro que foi assim mesmo, gente!)

There are a tree… Inner a tree there a fruit. (o quÊÊÊÊ??? palmito, fruta????)

Its fruit is palmito.

A outra:

Really??????? A cheasse???

De onde ela tirou que da explicação da outra vinha queijo, meu Deus…

Aí, eu e Marcelo corremos da loja para não morrermos de rir, na frente delas e ficamos imaginando no dia seguinte elas no Mercado Municipal na frente de um queijo branco ou de um cacho de bananas e dizendo: PAL-MI-TO!!!!

Como se não bastasse, ainda teve numa venda uma moça tentando comprar um enfeite de Feng Shui e perguntando pra moça: quanto custa: a resposta: cinco reais. A outra: e como usa? Cinco reais. A primeira, não, estou perguntando pra que server!!! A moça da barraquinha: cinco reais. Podia perguntar o nome do pai dela, juro que ia ser, adivinhem, cinco reais.

#ficaadica. Liberdade, Liberdade, abre as asas sobre nós!

Bjs em todas e todos.

Bolo de chocolate

19 Set

Amor e doçura

 

INGREDIENTES

para 8 porções

6 ovos inteiros

8 colheres de sopa de açúcar

6 colheres de sopa de achocolatado Nescau

2 colheres de sopa de margarina

1 colher de sopa de fermento em pó

1 pacote de 100g de coco ralado

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes no liquidificador por alguns minutos, exceto o coco ralado Depois adicione o coco ralado e bata mais um pouco Pronto Despeje a mistura em uma forma untada e leve ao forno (180º) por 20 ou 25 minutos Obs: não abra o forno no periodo de cozimento

Almoço de domingo

2 Maio

Oi, gente. Algumas pessoas me pediram a receita do almoço de domingo. Como eu estava com muita dor  porque um infeliz de um motorista de táxi quase bateu num carro, comigo e Celo dentro (a gente vinha do mercado), e minha coluna me lembra disso a cada segundo  resolvi fazer algo bem rápido e saboroso. Comida tem que dá conforto nestas horas. Marcelo foi para o evento interreligioso da CUT, More Ventura, Diretor de Voluntariado, falou pelo Instituto Baresi, e eu fiquei em casa, postando no blog, o que ele tinha digitado, e lendo. Quando o fofo voltou estava com fome monstro.

Então, eu fiz, o almoço:

Gente é muito rápido:

Primeiro faça a couve-flor. Cozinhe três a cinco minutos em água com sal. Enquanto isso, faça o molho: derreta 2 colheres de manteiga, e cozinhe, mexendo, com 3 colheres de amido de milho(caixa amarela, lembra?) e meio litro de leite. Nesta ordem! Cozinhe o amido de milho  na manteiga um minuto e depois coloque o leite, aos poucos. Terminou? Pronto. agora eu coloco 50g de queijo ralado. Aqui em casa, normalmente o Padano. Marcelo estava com preguiça de ralar, foi o de saquinho mesmo, Vigor.

A couve-flor vc coloca, sem á agua, numa vasilha que possa ir ao forno, cobre com o creme e leva ao forno.

Prepare a salada:

Eu usei tangerina, rúcula, tomate e pimentão vermelho. Lavamos, picamos. O molho da salada: 3 colheres de azeite, 2 de molho inglês. (ou shoyo)

Aproveitei e já piquei meio maço de salsa pro fusilli. Deixe a salsa reservada.

O Fusilli é simples: Cozinhe o macarrão, em água e sal, com azeite. Derreta, em outra panela 100g de manteiga e coloque 300g de shimeji. Coloque a salsa (1/2 maço).  Misture ao macarrão, quente, cozido e escorrido. Salpique queijo.

É dos deuses.

Beijos coloridos em todos!

Reatech

18 Abr

As muitas feiras que me perdoem, mas a Reatech é fundamental. Fundamental para as empresas que vendem, vendem, vendem. Fundamental para a administradora do estacionamento. Fundamental para os palestrantes e suas ideologias. E deveria ser FUNDAMENTAL para o movimento da pessoa com deficiência. Deveria? Será que eu quero demais?

Adoro aquele lugar, porque como nela a imersão na diversidade permite que nossas feridas de exclusão sejam aliviadas: lá somos nós, inteiros; expressando-nos. Lá a turma paquera… se diverte e como disse meu marido monge lindo, a feira um dia estará lá e a Reatech será em todos os lugares e poderemos viver isso nas praças da vida, que serão acessíveis e inclusivas.

No entanto, é preciso que algumas coisas sejam ditas: é preciso impedir que a feira se torne um espetáculo de exclusão, como disse o amigo Isaías Dias, uma televisão de cachorro. Picolé de frutas a sete reais é demais! Eu quase entreguei a bolsa de mãos levantadas… Algumas coisas precisam ser revistas, se não a feira excluirá…

Além dos preços abusivos, muito abusivos mesmo na praça de alimentação, o que permitiu que uma amiga da Anahi pudesse afirmar que tinha restaurante de cadeirantes e lanchonete de surdos, é preciso rever o espaço: as filas para entrar estavam endoidecer gente sã, no melhor estilo Renato Russo… Era fila pra entrar de carro, pra estacionar, pra credenciar, pra entrar na fila, pra ir no banheiro. Alô, alô, chamem o eterno síndico Tim Maia e peçam um espaço maior! Somos milhares! Vamos aos milhares. A feira deu certo. Já deu certo há dez edições atrás!

Bem, era isso. Alice tinha que falar. Para que a Reatech possa continuar sendo um lugar lindo, de encontrar pessoas que a gente ama, de partilha e de saudade: ano que vem tem mais!

Beijos coloridos em todos!

Uma semana corrida. Comida japonesa + amigos = Meu Mundo perfeito.

3 Abr

A semana começou com fisioterapia com o Cláudio, e claro que doeu demais. Há umas quatro semanas, eu quase cai (eu tenho quase caído menos desde que eu comecei usar a minha bengala, que chamei, não sei porque, de Alice) e meu bralo esquerdo dói demais desde então. E o Cláudio, claro tinha que ver isso.  E tocar.  E fazer calor, para o meu bem… eu sei! Mas, dói. Muito. Bem, esta semana está assim: o hálux do pé esquerdo, a cervical, a lombar e o braço. É, até que não é muito. Eu choro de dengosa…

Durante a fisio, a gente conversou bastante a respeito de como anda fraco o ensino de Humanas em São Paulo, ninguém sabe mais nada de história… Senso Crítico então, está raríssimo… Eu simplesmente não entendo como as pessoas podem pensar em desenvolvimento social sem o entendimento do passado. Pensar o caos urbano sem pensar no que o “milagre econômico” da ditadura tem haver com isto… É, eu devo ter lido a Maria da Conceição Tavares demais.

Na terça, depois de uma checagem rápida no hospital, por motivos que eu vou deixar quietinhos, já que se resolveram, eu recomecei a ler o livro de Eclesiástico, que quero estudar bem até o fim do ano. É um livro exclusivo da Bíblia Católica.  Quero estudar os elementos políticos do livro. Uma vez TL, sempre Teologia da Libertação. Por falar nisto, achei um post de arrepiar de medo: denomina a arte da Teologia da Libertação de degenerada! Bem, só para recordar, foi assim que o nazismo denominou a arte moderna. MEDO!!!!

Na sexta, já comemorando estar de férias -vou continuar fazendo fisio nas férias (humpft!) tentei ir numa palestra. Lugar inacessível. Fui almoçar no sábado num japonês, inacessível. E o vegetariano de domingo no Centro? Inacessível. Cadê a fiscalização da prefeitura?

Sofrendo, as escadas do japonês eu enfrentei. Uma vez só na entrada, outra na saída, quatro degraus. As outras eram impossíveis. Gente, quando eu falo de dor, falo de uma que anda resistindo a JURNISTA & LYRICA. Falo de muita dor. Marcelo tem digitado os posts, de dois blogs. Marido de férias é benção de Deus!

Na quinta, hidro ajudou  muito a aliviar a dor. E eu e o Cláudio conversamos sobre algo muito legal: como é importante respeito e lealdade nos relacionamentos. Não há respeito sem lealdade.

No japonês, encontrei a Christiane e Flávio.

E meu fim de semana começou a melhorar de fato. Comida japonesa + amigos=  Mundo perfeito.

E viemos aqui em casa. E rimos. E conversamos. Adoro vocês.

Depois eu fui dormir. A semana terminou bem melhor que começou.